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Revista de Direito Comercial

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2026


Pedro Pais de Vasconcelos

Professor da FDUL

Portugal

Autorização de preenchimento e vinculação para aval: comentário ao AUJ nº 1/2025 de 8 de janeiro

O Supremo Tribunal de Justiça emitiu um novo Acórdão Uniformizador de Jurisprudência em tema de aval em branco e da sua denúncia unilateral pelo avalista. No seu conteúdo, dialogam as duas linhas de pensamento presentes na Doutrina e na Jurisprudência sobre o modo de encarar e resolver a questão, uma mais negocial e ampla e outra mais legal e restritiva. Na primeira das linhas de pensamento – a conceção negocial ampla – o critério jurídico para a libertação do avalista do seu aval reside na interpretação e aplicação, quer dizer, na concretização do pacto, acordo ou autorização de preenchimento, celebrado pelo subscritor e pelos avalistas com o originário portador da livrança, o seu beneficiário, que se apresenta a preencher o título e a exigir o seu pagamento. Na segunda linha de pensamento, a conceção legalista restritiva, o critério da libertação unilateral do avalista é procurado mais no texto da lei do que na autonomia privada, no princípio da denunciabilidade unilateral de compromissos negociais sem prazo…


Ângelo Major da S. Denho

Professor da FDUKB

Angola

A Tutela Jurídica do Ponto Empresarial: Uma Análise à Luz da Lei do Arrendamento Urbano (Lei n.º 26/15, de 23 de Outubro) de Angola

O empresário pode desenvolver tais actividades com meios próprios e, na maioria dos casos, não sendo proprietário recorrer ao uso de bens de outrem (dependendo do tipo de negócio), constituindo um dos exemplos práticos, o arrendamento do local onde pretensiona instalar a sua própria empresa, atendendo a valorização da sua estrutura ou localização geográfica, na perspectiva do mesmo assumir-se como um dos factores relevante para o sucesso do seu negócio.
Trata-se, no entanto, de uma operação jurídica delicada, merecedora de tratamento apropriado, de forma a proteger a utilização do imóvel pelo empresário locatário por um longo período de tempo, face os eventuais abusos (denúncia ou oposição à renovação contratual) da parte do proprietário…


Daniel Morais

Professor da FDUL

Portugal

Do acidente no elevador da glória à responsabilidade do transportador em caso de morte e de ferimento do passageiro

O Direito dos Transportes, enquanto disciplina jurídica situada no âmago da nossa sociedade, suscita particular interesse na doutrina nacional e estrangeira, mas podemos constatar que os estudos sobre o Direito Ferroviário no direito português não têm abundado.
Em geral, o transporte ferroviário é particularmente seguro atendendo ao número reduzido de acidentes; no entanto, quando os mesmo se verificam, podem atingir um número considerável de passageiros. Neste texto pretendemos revisitar o regime aplicável no direito português à responsabilidade civil do transportador ferroviário de passageiros em caso de morte e ferimento a propósito do recente acidente ocorrido no Elevador da Glória, em Lisboa, a 3 de setembro de 2025, com dezasseis vítimas mortais, mais vinte e dois feridos...


Diogo Costa Gonçalves

Professor da FDUL

Portugal

José Maria Cortes

Assistente da FDUL

Portugal

Apontamentos sobre o aval, a livrança e a sub-rogação pelo avalista

No presente estudo, procuramos dar resposta à seguinte questão: tendo os sócios da sociedade-mãe prestado aval sobre uma livrança subscrita pela sociedade-filha – livrança essa que garante uma dívida contraída por esta última sociedade –, o sócio que, perante o inadimplemento da devedora, procede voluntariamente ao pagamento da livrança, vê-se sub-rogado na posição do credor? Se sim, pode exigir aos demais sócios-garantes o pagamento da sua quota-parte na dívida subjacente?

Serve-nos de mote o caso decidido no Acórdão do STJ de 31-mar.-2021...

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